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CUT CONTICOM > LISTAR NOTÍCIAS > DESTAQUES > EM BRASÍLIA, LIDERANÇAS DO RAMO DA CONSTRUÇÃO PARTICIPAM DE REUNIÃO COM REPRESENTANTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO

Em Brasília, lideranças do ramo da construção participam de reunião com representantes do Ministério do Trabalho

23/03/2023

Na ocasião, foram debatidas questões relacionadas ao combate do trabalho precário e relações entre Ministério do Trabalho e organizações sindicais

Escrito por: Redação CONTICOM

Nesta quarta-feira, 22, o presidente da CONTICOM, Claudio Gomes, participou de uma importante reunião com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho,  e servidores da pasta. A comitiva de sindicalistas foi composta também pelo secretário de Organização da CONTICOM, Amilton Mendes, pelo presidente do SINDCONGRU, Marcelo Ferreira, pelo presidente do SINTRACON São Paulo, Antônio de Souza Ramalho, e por lideranças sindicais dos estados de Minas Gerais e Bahia.

 

Na ocasião, os representantes sindicais apresentaram uma pauta unificada do ramo, cujos pontos tratam desde questões relacionadas ao combate do trabalho precário até o fortalecimento das relações entre os sindicatos e os diversos órgãos ligados ao Ministério.

Para Claudio, a reconstrução de relações institucionais é o ponto-chave para que o país avance na promoção do trabalho decente e no fortalecimento da ação sindical.

“Os sindicatos são os órgãos mais próximos das realidades locais e desempenham um papel estratégico para combater situações no mundo do trabalho que são ilegais, desumanas e criminosas, mas é preciso que os órgãos públicos façam sua parte. Neste sentido, as organizações sindicais de base e as estruturas locais do Ministério do Trabalho são aliadas naturais e devem trabalhar em conjunto para resolver situações com maior agilidade, evitando as piores formas e consequências do trabalho precário”, pontuou o sindicalista.

 

Punição às empresas

A pauta protocolada no Ministério do Trabalho defende que o governo crie mecanismos para que empresas flagradas em situações de trabalho precário ou análogo à escravidão sejam impedidas em acessar recursos públicos.

“Não podemos prosseguir com a possibilidade de empresas que violam direitos humanos, trabalhistas e civis sejam beneficiadas com recursos da união, dos estados ou dos municípios”, protestou o presidente da CONTICOM.

 

Retomada de direitos

 

O documento propõe ainda que pontos da reforma trabalhista de 2017 que retiram direitos ou incentivam práticas antissindicais sejam revogados. Regulamentações necessárias para a garantia de direitos dos trabalhadores da construção e retomada da Mesa Nacional da Construção também fazem parte do conjunto de reivindicações levadas ao ministro Marinho que reforçou seu compromisso em criar medidas para restabelecer as relações institucionais, reativar o funcionamento pleno do Ministério do Trabalho e Emprego e garantir as condições necessárias para o fortalecimento da ação sindical.

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