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Mais de 22 mil trabalhadores brasileiros foram afastados em 2017 por LER e DORT

17/07/2018

Doenças relacionadas a Lesões por Esforço Repetitivo e distúrbios osteomusculares representaram 11,19% de todos benefícios concedidos pelo INSS. No total, a média de afastamentos é de 539 por dia. Si

Escrito por: Conticom/CUT

Em 2017, cerca de 22.029 trabalhadores e trabalhadoras foram afastados de suas atividades por mais de 15 dias por causa de doenças relacionadas a lesões por esforço repetitivo (LER) e distúrbios osteomusculares (LER/Dort), segundo dados preliminares do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Segundo o INSS, esse número representa 11,19% de todos os benefícios concedidos pelo Instituto no ano passado.
DESGASTE - As doenças relacionadas às LER/Dort são caracterizadas pelo desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético que atingem várias categorias profissionais e, pela precarização das condições de trabalho, estão bastante presentes na construção civil. Geralmente são provocadas por movimentos contínuos com sobrecarga dos nervos, músculos e tendões.
CAUSA-EFEITO - Das 20 principais causas de afastamento das atividades profissionais por adoecimento no trabalho em 2017, três se enquadram nessa denominação: lesões no ombro, sinovite (inflamação em uma articulação) e tenossinovite (inflamação ou infecção no tecido que cobre o tendão) e mononeuropatias dos membros superiores (lesão no nervo periférico). No caso dessa última, a mais comum é a doença conhecida como Síndrome do Túnel do Carpo, resultante da compressão interna do nervo mediano na altura do punho, problema comum em pessoas que fazem movimentos repetitivos em alta velocidade ou associados com força.
NÚMEROS PRELIMINARES - No ano passado, de acordo com números preliminares do INSS, foram concedidos 196.754 benefícios a trabalhadores que precisaram ser afastados das atividades profissionais por mais de 15 dias devido a algum problema de saúde ocasionado pelo trabalho. A média foi de 539 afastamentos por dia.
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